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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Super DOTADO conto erotico


Depois de algumas aventuras em clubes e algumas fora dos clubes, as brincadeiras (é como chamamos nossas aventuras) começaram a ficar monótonas, rotineiras. Mas esta monotonia não nos contaminou, continuamos acesos. De vez em quando procurávamos algo interessante num classificado que fizemos no SITE de um dos clubes que frenquentávamos.
Certo dia observando os e-mails enviados pelo site do clube, nos deparamos com uma mensagem interessante e criativa, na mensagem constava um numero de inscrição, acessamos o anuncio e grande foi nossa surpresa. O anuncio balançou novamente os interesses da Andréa, e os meus também, as fotos eram muito bem tiradas e as posições deixavam à propaganda perfeita.
Resolvemos tirar a prova dos nove, deixamos uma mensagem para o rapaz, propomos um encontro. Uns dois ou três dias depois veio o retorno da mensagem, e junto um número telefônico. A Andréa entrou em contato com o rapaz, marcaram então o dia, local e hora para que pudéssemos nos conhecer.
No dia e hora marcada, chegamos num café, localizado no Bairro do Tatuapé. Logo que chegamos, avistamos o rapaz, ele nos aguardava num canto discreto do lugar, nos apresentamos e nos juntamos a ele. Conversamos uns 30 ou 40 minutos, era hora de checar se tinha rolado interesse da parte dela.
Sempre que saímos para conhecer alguém, eu deixo por conta dela, ela é quem resolve se vai dar praia ou se vamos pra casa. Era à hora de deixá-la eleger ou reprova-lo. Comentei que estava ficando tarde e que precisávamos ir, levantei e fui até o caixa para pagar a conta, era este o momento da decisão, a resposta eu saberia quando saíssemos dali.
Quando saímos do café o rapaz nos acompanhou, estava feito, ele tinha sido eleito. Entramos no carro e seguimos para um motel que conhecemos na Marginal do Tietê.
Já no quarto, o chuveiro foi ocupado pela Andréa, o próximo fui eu e por ultimo foi o rapaz (Leandro era seu nome). Até a sequencia dos banhos é estratégica.
Quanto ele saiu do banho e veio se juntar a nós, na cama, Andréa e eu estávamos trocando alguns beijos e nos tocando. O rapaz sentou na beirada da cama e tocou as coxas da Andréa, não demorou a alcançar a mão do rapaz e a levasse até suas nádegas. Virou para vê-lo melhor e chamou-o para junto dela. Ele se deitou ao lado dela e seus lábios se tocaram.
A mão dele passeava entre as coxas dela, tocando sua buceta e deslizando novamente entre suas coxas, mostrava-se um rapaz bastante carinhoso e conhecedor das brincadeiras. Andréa colocou a mão por debaixo ta toalha que ele trazia enrolada na cintura, suspirou quando sentiu o mastro do rapaz por debaixo da toalha, comentando que realmente ele não tinha feito propaganda enganosa e que não sabia se ia dar para usar tudo aquilo. O rapaz sorriu e respondeu que não precisava se preocupar, ele sabia usar o que tinha e que seria fácil para ela usar, era só não ter pressa. Após os comentários os dois sorriram e voltaram a se beijarem.
Afastei-me um pouco, procurando uma posição mais privilegiada para poder assistir minha esposa delia em ação.
O Leandro deslizou os lábios até os seios dela e engoliu um dos mamilos. A respiração da Andréa tornou-se ofegante, seus dedos passeavam entre os cabelos do rapaz, o dedo do Leandro sumiu dentro dela fazendo seus quadris se moverem para cima e para baixo.
O rapaz tornou a deslizar parando entre as coxas dela, sua boca encontrou sua bucetinha, que a esta altura estava completamente molhada de tesão. Ela, abrindo os lábios da buceta facilitou para que a língua do rapaz passeasse livremente entre eles, o ar passava entre os dentes da Andréa, fazendo um som excitante. Ela gozou na boca dele, seu corpo se contorceu no colchão, ele segurou-a firme e cobriu a bucetinha por inteira com sua boca, o corpo dela entrou em espasmos, por alguns segundos ele foi impedido de tocá-la novamente, sua buceta estava cessível demais. Novamente ele deslizou o corpo sobre ela e alcançou sua boca, novos beijos aconteceram, mas, desta vez os beijos estavam mais acalorados e dinâmicos, eu podia vê-los trocarem saliva enquanto suas línguas se entrelaçavam.
Andréa saiu de debaixo do rapaz, o corpo bem definido dele se virou deixando o mastro duro para cima. Naquele momento eu entendi o comentário que ela tinha feito minutos antes dele começar a chupá-la. Era um mastro grande, e grosso, ao vivo parecia maior que na foto. O anuncio do rapaz dizia: “bem dotado 23 x 6”. Mas, ali parecia maior, e acredito que estivesse mesmo.
Ela ajoelhou com a perna entre aberta deixando uma das pernas do rapaz entre as dela. Sem por as mãos na rola, tentou colocar na boca, conseguiu engolir apenas a cabeça, mesmo assim, não por inteira. O rapaz segurou o cacete para ela e disse: “não tem pressa, está uma delicia a sua boca na cabeça dele”. Ela sorriu e voltou a tentar abocanhar o cacete. Seus lábios deslizavam pelos lados da rola, deixando o pau todo molhado de saliva.
Pegando firme no cacete, ela fez uma punheta lenta e delicada, fazendo a pele do cacete deslizar suavemente, cobrindo e descobrindo a cabeça grossa e grande. Puxou a pele toda para baixo e novamente enfiou a cabeça na boca, desta vez conseguiu engolir um pouco mais. Ele acariciava os cabelos pretos dela e deslizava a mão pela bochecha dela, sentido a cabeça da rola dentro de sua boca. Comentou várias vezes o quanto sua boca era quente e macia.
As duas mão dela seguravam o cacete do rapaz uma na frente da outra e mesmo assim sobrava um pouco mais da cabeça. O Leandro puxou-a para cima de seu corpo, novamente suas salivas se misturaram por poucos segundos. Girando o corpo, fez com que ela caísse ao seu lado. Alcançou um preservativo que havia deixado ao lado da cama logo que chegamos ao quarto, junto com o preservativo havia um outro sache de lubrificante. Cuidadosamente e sem abandonar os lábios da Andréa, o rapaz colocou o preservativo, abriu o sache e colocou na ponta da rola, deixando o preservativo bem lubrificado. Ajoelhou no colchão e a puxou novamente apoiando sua bundinha em suas coxas, fazendo com que a bucetinha ficasse ligeiramente levantada e na direção do cacete.
Era chegada à hora de enfrentar aquela rola dura, grande e grossa. O rapaz passou a rola entre os lábios da buceta da Andréa fazendo o lubrificante espalhar nela. Segurou as perninhas dela e as dobrou um pouco, encostou a cabeça do pau na entrada da bucetinha e empurrou lentamente fazendo a ponta entrar um pouco. Mordendo os lábios ela suspirava e sentia com os olhinhos fechados sua bucetinha sendo penetrada pelo rapaz. Comentou ela: “como é grossa, sento minha buceta sendo preenchida, posso sentir as curvas da cabeça do seu cacete, como é gostoso”.
Sentado ao lado dela, debrucei-me e a beijei, seus beijos estavam molhados e seus lábios estavam mais grossos, sua boca estava tremula. Minha mão deslizou até os pelinhos macios de sua buceta. Podia sentir por sobre os pêlos a cabeça da rola dentro dela, lentamente o cacete ia ganhando profundidade. Cada vez que o Leandro tirava um pouco, quando voltava a empurrar fazia entrar um pouco mais. A língua dela se entrelaçava a minha, seus gemidos eram abafados por nossos beijos. Sentei novamente para observar o quanto de rola estava dentro da bucetinha gostosa dela, pensei: “ainda bem que buceta é elástica, caso contrário ela ficaria arregaçada”. Dentro dela estava mais ou menos metade do cacete. Ele a fodia lentamente, tirando a rola quase por inteira e voltando enfiar outra vez. Assim ficaram por um bom tempo.
Ele deitou deixando o cacete para cima, puxou-a novamente para cima dele deixando-a encavalada em seu corpo, segurou a rola e disse a ela: “senta, faz entrar em você, coloca ele dentro desta bucetinha gostosa”. Deixou o cacete na entrada da buceta e ela soltou o corpo lentamente fazendo o cacete sumir bem devagar. Aos poucos a rola foi sumindo, bem lenta e delicadamente.
Quando isto aconteceu, eu estava sentado aos pés da cama, podia ver cada movimento que ela fazia para enfiar aquilo tudo dentro dela. O cacete sumia parte por parte, os lábios se abriam, estavam recheados de rola, os gemidos da Andréa tomavam conta do quarto, minha rola estava dura a ponto de estourar. Até que ela deu conta, toda a rola estava dentro dela e ela subia e descia os quadris, fazendo o cacete aparecer e desaparecer novamente. Sentando sobre ele fez com que sumisse por inteiro. Seu quadril iniciou um movimento circular, seus gemidos agora eram gritos abafados pelos beijos que trocavam. Assim ela fez por um bom tempo.
Ele pediu para que ela ficasse de quatro, ela não demorou a se posicionar a frente dele. O cacete entrou com maior facilidade sumindo dentro dela.
A rola entrava e saia, no início devagar, depois ganhou maior ritmo e velocidade. Pra mim não dava mais para agüentar. Coloquei-me na frente dela e ofereci minha rola, ela abocanhou meu cacete e mamou como uma bezerra. Seus lábios deslizavam no corpo do meu pau. Não demorou para que minha porra jorrasse dentro da boca quente e macia da Andréa, pude sentir minha porra descer por sua garganta.
O rapaz tirou o cacete de dentro dela, tirou a camisinha e gozou sobre suas costas de pele macia. Os jatos saiam com violência, os primeiros chegaram acertar os espelhos na cabeceira da cama. A costa da Andréa ficou toda melada de porra, o rapaz soltou pelo menos umas oito golfadas, todas com a mesma intensidade. Confesso que imaginava que aquilo só era possível ver em filmes pornô, por causa dos recursos cinematográficos, mais não, aquilo era real. As costas dela escorriam porra que chegava a pingar no colchão.
Ficamos por algum tempo deitados, ela deitada entre nós. Novamente um a um foi para o chuveiro. Ao sair do motel trocamos telefones e combinamos de nos falarmos novamente.

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