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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

DEI AO AMIGO DO MEU MARIDO #Conto#


DEI AO AMIGO DO MEU MARIDO
Meu casamento não andava nada bem, então eu e meu marido decidimos viajar para dar uma aliviada em nossas memórias, viajamos para casa de uma amiga Leide que era casada também com Mario, no Estado de Pernambuco chegando lá por volta de 9:00 da manha eles quando viram a gente foi a maior festa Ronaldo se enturmou logo com Mario e saíram para dar uma volta, e nós ficamos em casa e aproveitamos para falar sobre o casamento ficamos conversando, quando demos por conta já era quase meio dia , saímos correndo para fazer o almoço, que nossos maridos poderiam chegar a qualquer momento, pegamos todos os materiais que iríamos precisar e pusemos a mão na massa.... Lembro que estava com uma blusa verde bem ralinha mostrando o sultian um short bem curto que chegaria a mostrar as papadas da minha bunda, de repente nossos maridos chegaram e o almoço não estava pronto, mandamos aguardar no sofá, e eles dizendo que tinha trazido um amigo para almoçar com a gente, mas no momento não me interessei de conhecê-lo, pois ele dizia que estava com sede e mandava ele ir pra cozinha beber água, eu estava de costa quando ele falava, quando eu me viro... nossa era um homem alto, cabelos pretos, olhos castanhos, pele branca, braços malhados, fiquei quase uns 2 minutos olhando sem falar nada quando de repente aparece meu Ronaldo, ja tomou a água Klaiton , eu respondi não, ainda vou pegar, sai um pouco tremula, e meu Ronaldo disse essa é minha esposa e esse é um amigo Klaiton que conheci agora, tomou a água e saiu, a parti dai não fiquei mais a mesma, aquele homem me tirou do serio, minha amiga Leide percebeu, mas não quis comentar nada , terminamos de fazer o almoço e colocamos na mesa , sentei ao lado de Ronaldo, só eles falavam em jogo e eu permaneci calada durante o almoço, depois tiramos os pratos da mesa, eles como sempre saíram e nós como sempre ficamos, quando eles vieram chegar era por volta de 23:00, fiquei logo com raiva, e assim que amanheceu o dia viemos embora. 
Chegando em casa a velha rotina começou e eu cansada daquela situação. Uns 4 dias depois meu Ronaldo me perguntou se eu lembrava de Klaiton de Pernambuco falei que sim, ele disse que ele precisava resolver umas coisas em nosso Estado e se tinha algum problema dele ficar em nossa casa durante uns 5 dias, falei que não, mas o meu coração já começou a acelerar, no outro dia logo cedo ele chega , o recebemos muito bem , e Klaiton falou que só iria incomodar na dormida que durante o dia ficaria fora , concordamos tomou um banho guardou suas coisas e saiu , como Ronaldo passa o dia todo fora trabalhando, fico sempre em casa sozinha , e todos os dias assim Klaiton saía logo cedo igual com Ronaldo e chegava mais tarde . 
Quando foi certo dia era 15:00 da tarde estava de toalha tinha acabado de tomar banho escuto o barulho batendo no portao, abrir a cortina era o Klaiton, falou Ronaldo está, disse que não, ele perguntou se poderia tomar um banho disse sim peguei a chave e fui abrir o portal e ele foi tomar seu banho, sai pro meu quarto me trocar toda sem jeito, o coração a mil por hora, coloquei uma calcinha fio dental vermelha de rendinha que dava pra mostrar meus pelos um vestidinho branco bem curtinho, cabelos soltos e sentei no sofá, fingindo que nada estava acontecendo, quando olho ele sai do banho somente de toalha, de repente olha pra mim, sem falar nada, fechou a porta do fundo as janelas, eu olhando pois não falei nada, porque já sabia do que se tratava, e veio pra de junto de mim falando - você pensa que eu não percebo que você me deseja tanto quanto eu te desejo, abriu minhas pernas ficou entre elas passou a mão sobre minha boceta, afastou minha calcinha eu desci meu corpo um pouco e ele começou a chupar meu grelo era uma sensação tão boa e eu pedia pra ele não parar eu falava - chupa com gosto que meu marido não me pega assim , pedia pra ele me fazer gozar que aquele corno não faz , ele ali chupando com vontade metia sua língua na minha vagina de repente senti uma sensação ótima meu coração acelerando era meu corpo pedindo pra gozar, gozei saindo aquele caldo branco e o Klaiton chupou tudo, afastei-me um pouco arranquei a toalha de seu corpo, seu pau era gigante grosso cabeça rosada fiquei brincando com ele como se fosse bater uma punheta, botei a cabeça na boca fui botando e chupando aos poucos, ate conseguir enfiar seu pau ate a garganta, fiquei chupando e vendo ele dizendo e gemendo mete safada mete , meu pau é todo seu eu ali chupando ate ele gozar , ele gozou senti o esperma dele descendo na minha boca, descansamos um pouco e passamos pra cama, na cama fiquei de quatro virada de costa pra ele, e ele em pé como a calcinha já estava pro lado, ele ficou passando o dedo do meu cu pra minha buceta e meteu um dedo no meu cu, depois meteu dois e depois três , meu cu já estava totalmente oleoso, eu ali naquela agonia torcendo para que ele metesse logo que eu não agüentava mais aquela situação, então resolveu meter em meu cu, metia e tirava , por baixo estava sua mão brincando com meu grelo, eu gritava me fode, come meu cu, ele é todo seu, ele me chamava de cachorra toma, toma, eu dizia mete, então veio de novo aquela acelerada no coração, gozamos igual , e ele claro gozou no meu cu.
Levantamos tomamos banho e ele claro saiu pra chegar mais tarde depois do meu marido. 

Minha namorada aprontou #conto#




Amigos, venho abrir meu coração, pois ainda não sei se estou no caminho certo.

Me chamo Roberto, tenho 28 anos e a oito meses conheci Daiana, a mulher mais linda que já vi, com 22 anos e por quem sou apaixonado, nós conhecemos no aniversário de um amigo em comum, conversamos bastante naquele dia, nos dias seguintes saímos algumas vezes, passeios a tarde, sorvete, cinema e muita conversa, fomos nos apaixonando e vendo que tínhamos muito em comum.

Em pouco tempo já estávamos namorando, fiz questão de conhecer sua família, todos muito agradáveis.

Daiana tinha uma vida tranquila, era raro acordar antes das 11, a tarde ia para a academia e a noite tinha faculdade, eu já trabalho bastante, me formei em engenharia elétrica e tenho ido bem, já tendo uma estabilidade financeira.

Feito as apresentações, vamos aos fatos:

Com o passar do tempo Daiana foi se mostrando uma menina de família, saíamos bastante, mas ela sempre fugia da nossa primeira vez, até cheguei a desconfiar que ela fosse virgem, porém ela me contou já ter tido algumas experiências anteriores, mas ela não queria apressar nossa vez, que teria seu tempo, não demorou muito, com três meses de namoro, em um Domingo em meu ap rolou, foi maravilhoso, a mulher é um vulcão, me matou e me deixou sem ar na cama, nesse momento vi que era a mulher da minha vida.

A nossa vida sexual era bem ativa, só faltava comer seu cuzinho, mas sempre que tentava ela brecava, exigia respeito, que não era puta, essas coisas.

Fui conhecendo a mulher perfeita que era Daiana, loira, falsa magra, sempre cheirosa, com roupas que me provocavam e uma delícia na cama, mas como mulher perfeita não existe..

Meu apartamento fica perto da academia onde Daiana malha e para que ela pudesse ir para a faculdade direto da academia, achei por bem deixa-la tendo a chave do meu ap, assim ela poderia tomar banho por lá, se arrumar para a faculdade e ir para a aula com cala. Ficava mais tranquilo assim, do que ela tendo que tomar banho na academia. Ela ficou com duas gavetas para poder guardar alguns objetos pessoais e de faculdade.

Era uma quinta-feira, quando tinha uma reunião fora da empresa, mas quando estava a caminho recebi uma ligação com o cancelamento da mesma, logo liguei para a Daiana, que me disse estar chegando na academia, que de lá passaria no meu ap para se arrumar para a faculdade como de costume. Decidi fazer uma surpresa, e esse foi o meu erro, passei em um local que vende comida congelada, escolhi um risoto milanês com camarões que ela adora, comprei um vinho e fui para lá sem avisa-la, ia fazer uma jantarzinho surpresa, para depois fazermos amor, ela faltar a faculdade 1 noite não seria nada de mais, né?

Quando abro a porta do ap, escuto uns gemidos vindo do quarto, sem entender nada me dirijo ao quarto e vejo Daiana, minha princesa, cavalgando em cima de um negão fdp, que estava com um dos dedos enfiado naquele cuzinho rosado em que nunca pude chegar perto, e isso tudo em cima da minha cama! Fiquei inerte alguns segundos até o cara falar “Coé”, minha reação foi agredi-lo com palavrões, ela ainda demorou um pouco para parar, mas quando percebeu minha presença deu um salto, assustada, nada falava, eu na pose de machão emputecido xingando a todos e o negão me olhando com uma serenidade que me dava raiva.

“Calma rapaz, vamos conversar”, claro que minha resposta não foi nada amistosa, ele já sentado, só me ouvia gritar e falava de forma amistosa “Entendo sua raiva, mas vamos conversar” foi quando perguntei “Conversar o que? Vai falar que não é o que estou pensando? Não temos o que conversar”, ele levantou, era bem maior que os meus 1,72.. e disse “Claro que temos” estendendo a mão e se apresentando “Sou Rafael o professor de body combat da sua namorada” perguntei por cima “E isso faz parte da aula?” E não dei minha mão, o fato dele ainda estar de pau duro me incomodava demais, mas fiquei com medo quando ele levantou o tom de voz “Seja educado porra, não me deixe com a mão estendida” acabei estendendo a mão e segui ouvindo “Assim é melhor, entendo esse seu xilique, descobrir que é corno não deve ser legal..” foi quando fui corta-lo mas acabei ouvindo “Fica queto caralho, to querendo ser educado, me escuta”.

Ele continuou, e logo foi pontuando que aquilo era normal, que a Daiana era muito gata e que poderia me amar, mas que aquilo ali não tinha nada a ver com amor, era só diversão, sexo e tesão. Tentei argumentar, mas contra fatos não há argumentos, ele logo me perguntou “Se uma morena como a Juliana Paes aparece na sua frente de xota aberta, vc rejeitaria?” Falei que sim, que amava a Daiana, ele riu da minha cara “Então vc é viado” e segurou o pau perguntando “Vc tem um desses para oferecer a ela?” Realmente o cara era avantajado, me sentindo um pouco humilhado, balancei a cabeça negativamente, em seguida ele deu uns tapas na barriga malhada e perguntou “que culpa ela tem de gostar de um assim?”

Daiana seguia sem falar, assustada, só presenciava a conversa, até que ele a perguntou “Daiana, você sabe quantas vezes já chifrou esse corno?” Ela balançou a cabeça negativamente. Eu estava perdido, amo essa mulher, mas mais perdido fiquei quando o negão me deu um ensinamento de vida, mandando Daiana se ajoelhar na frente dele e pagar um boquete, ela pensou 2 vezes, mas logo caiu de boca, olhando para mim com um misto de piedade e tesão.

Fui falar, ele me impediu e disse “Quero lhe ensinar algo, veja sua mulher como está feliz” e aquele pau já ficando duro novamente.. “Rapaz, ela é uma delícia, gostosa, e é uma égua na cama, a onde você vai arrumar outra assim? Comer filé com os amigos é melhor que comer carne de 2ª sozinho”

Acariciando a cabeça da Daiana, a mandou levantar e em seguida me dar um beijo, virei o rosto, aleguei estar pagando boquete de tabela “Larga de frescura rapaz” e acabei beijando, esqueci do negão ao lado, as línguas entrelaçaram, beijo quente, estava excitado com a situação, queria come-la ali mesmo, mas voltei a si com o dedo do negão entre nossos lábios, o cara rindo e perguntando “E ae, qual o gosto do meu pau? Gostoso, né?” e ria, a Daiana acabou rindo também e eu até tentei fazer uma cara de sério, mas logo ri também.

Ele deu um tapinha em minha cabeça, “É isso ae cara, não leve tudo tão a sério, ela vai lá lavar a bucetinha e o cuzinho e logo estarão novinhos para vc.”

Ele logo se vestiu, nos aconselhou a conversar e ver um jeito que a Daiana pudesse “matar seu tesão” sem que eu ficasse chateado, quando falei que talvez pudesse ser um relacionamento aberto, ele riu novamente “Não dá conta nem dela po!” e logo saiu, não sem antes dar um tapinha na bunda da Daiana.

Conversando com Daiana, soube que não era a primeira vez que ela me colocava chifre, ela me jurou amar bastante, mas que não aguentava ficar presa a apenas um homem, que o Rafael era novo na academia, a conhecia a poucas semanas, que transou em pouco tempo com ele por não ser nada sério, mas comigo, ela enrolou uns meses exatamente por me amar, porque eu era um cara para namorar e até casar, que ela não queria que eu pensasse que ela era fácil e assim a largasse em pouco tempo.

Ela não quis me contar com quem mais ela tinha me traído, disse que isso era algo particular dela e não me dizia respeito, me desculpei e a expliquei que a amava, que iria passar uma borracha branca no passado e para começarmos do zero.

Ela então disse que também me amava, que queria casar comigo, porém, as vezes ela iria precisar ficar com outras pessoas, que era algo dela e que se eu a amasse iria entende-la.

Foi difícil, mas tentei me por no lugar dela, então fiz uma proposta, ela não iria ficar com mais ninguém em nossa cidade, me seria fiel, pois eu não queria ser apontado como corno na rua, porém, iria leva-la para viajar sempre que possível e que durante as viagens ela estaria livre para fazer o que quisesse.

Ela gostou da idéia, disse que faria isso porque me amava, porém, se passássemos 2 meses sem viajar ela estaria livre para aprontar em nossa cidade também. E exigiu que pelo menos com o seu professor ela pudesse se encontrar as vezes, que seria no meu apartamento, escondidos, ninguém saberia.

Vi que só assim para não perde-la, aceitei, o Rafael se mostrou ser gente boa e que eu tinha amadurecer, afinal, como ele mesmo disse “Lavou, tá novo”. Era só ninguém ficar sabendo, que não seria corno.

Comprei uma aliança de compromisso para a Daiana, estamos noivos e neste fim de semana faremos nossa primeira viagem, estou na expectativa para ela não ter vontade de ficar com outras pessoas, somente comigo, até porque quando falei que também iria ter liberdade de curtir, ela não gostou e tivemos uma baita briga.

Desde então ela me tem sido fiel, só saindo com o Rafael, mas muito raramente, fico tentando saber com quem mais ela já dormiu, mas ela não me conta e estou pensando ir ao encontro do Rafael para perguntar se ele come o cuzinho dela, porque se ele come, também irei querer comer e não aceitarei o limite que ela me põe.

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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Briguei com a mulher e dei pro cachorro


pois é esso mesmo sou casado a dois anos e não tenho filhos tenho 31anos e sou etero nunca tive nada com outro homen mas minha mulher tem mania de enfiar o dedo no meu cu quando xupa meu pau e eu adoro.
Mas na noite passada ela ficou uma fera porque eu cheguei muito tarde eu tava trabalhndo mas ela não acreditou e fez o maior barraco e não deixou eu dormir no quarto e fui deitar na sala, nosso cão um labrador veio me cheirar e bincar quando pulou emcima de mim e ficou aqule pau enorme na minha cara eu nunca tinha notado que era tão grande comecei a passar a mão por curiasidade e vr cmo era duro,então quado vi aquela linguiçona vermelha não guentei e chupei ele ficou bem louco e logo me lembrei dos dedinhos no cu e fui logo baixando a bermuda e ficando de quatro e ele nem pensou ja foi me carcando cutucava aquilo na minha bunda e eu com enorme tezão coloquei bem na porta do meu cu ,logo tava tudo la dentro .
Que delicia mas derepente senti uma dor enorme era o nó que se formo dentro do meu cuzinho quase virgem só acostumado com dedinho delicado,minha vontade era de gritar mas a Ana ia ouvir não podia empurar pios ia faser um puta barulho e eu tava com medo de ele tar grudado no meu cuzinho então tive que guentar mas logo ficou bem gostosoe depois de ums des minutos foi diminuindo e ele sai de cima por conta propria e eu corri para o banheiro e bati uma super punheta foi a gosada mais gostosa que ja tive e quero repetir quando tiver em casa sisinho e conto tudo para vocês depois se gostaram comente e se não gosto tambèm

O alemao


Bom, sempre fui um garoto bonito,hj tenho 19 anos, 176 alt corpo normal cabelo lisinho olho azul boca carnuda sorriso bonito e sempre chamei a atencao dos homens, mesmo os heteros.
A historia que vo contar agora aconteceu por volta de um ano. Sempre fui apaixonado por cavalos, tenho uma égua de salto num club hipico em SP, nesse club tem cavalos de todas as modalidades, salto, laço, tambor, redeas, e a maior raiva minha que no salto nao tem homens lindos como tem nos rodeios de cavalos crioulos. Certo dia estava na hipica montando minha égua quando aparece um alemao DEUS GREGO nao sei da onde, ele ficou parado me vendo montar minha égua(que por sinal é uma loca varrida). Quando terminei de montar ele veio me cumprimentar e dizer que eu montava muito bem, pra dar jeito numa é gua daquele tamanho tinha que ser fera. Eu agradeci e ai começo uma amizade.
Ele tinha cavalos num local proximo ao club e uma dia fui dar uma volta na rua com ela, e claro fui visitar o tesudo do Gi(nome ficticio), quando cheguei ele estava sem camisa, com uma calca moleton que mostrava o volume que me deixou maluco, mas sempre na minha sem dar pinta alguma. Passou o tempo e começou a anoitecer e eu precisava levar minha égua devolta pro club, mas ele tinha me falado que precisava tomar um banho que estava todo sujo, (e eu claro loco pra ver ele tomar banho :).
Continuamos a conversar sobre cavalos e ele foi tomar banho e eu fui atras, pra minha sorte o banheiro nao tinha porta :D. ele comecou a tirar a roupa e fiqueii babando vendo aquele monumento pelado na minha frente. Eu sempre mantendo a postura, pois ele tinha namorada e por sinal muito linda, ele tomando banho e conversando, mas meu olho nao saia daquele pau lindo, ele era todo lisinho com poucos e bem fininhos, uma peitoral fora do serio, umas coxas roliças bem grossas, uma bunda de outro mundo.....PERFEITO  resumindo. ele nao deu bola de ficar pelado na minha frente pois achava q eu tbm era "macho", ele terminou de tomar banho enrolou a toalha na cintura e foi no guarda roupa e tirou uma arma pra me mostra, parecia de brinquedo de tao pequena que era, mas era de verdade, sentei do lado dele e ele se jogou de costas na cama e disse
-to cansado pra cacete
eu tbm to-respondi.
Ai nao aguentei e falei.
-cara posso fazer uma coisa que to morrendo de vontade? - ele respondeu
-claro poh- sem tirar a cabeça do colchao.
Passei a mao no pau e ele deu um pulo assustado-
- que isso porra, tu é viado??- e respondi
- depois que te conheci, acho que sim.
-sai fora cara, nao curto isso nao.-respondeu
cara relaxa que ninguem nunca vai saber disso.
vc nunca vai dexar de ser homem porque outro cara passou a mao em vc.Ele ficou em silencio e eu meti a mao de novo e ele nao falo nada e se deito denovo.
Ai fiz a festa, até esqueci da minha égua, aquele pau começo a crescer na minha mao, quentinho e nao resisti e cai de boca e ele comeco a gemer muito gostoso e falo.
-cara que boca gostosa tu tem, nem a Isa (namorada dele) chupa tao gostoso como tu.
Chupei uns 10 minutos, ele se viro e disse.
-queh vara neh seu viadinho.
-quero, quero-respondi. o tesao era tanto que nem lembrei de camisinha nada, só queria saber de ter uma macho daquele em cima de mim me metendo.Ele me coloco de quatro, melo os dedos de saliva e começo a enfiar os dedos no meu cuzinho, fui a loucura me retorcendo de prazer.
Ele veio e coloco a cabeça na entrada e começo a força, doia pra caralho, mas nao queria perder a chance de dar pra ele.logo senti o pau todinho dentro de mim (uns 19 cm perfeitos), começo a bomba e eu dizia.
- mete, mete gostoso vai.
Depois de uns 10 minutos bombando ele gozo (ou melhor, mijou pois era muita porra)dentro de mim, senti aquela porra quente e ele se deitou em cima de mim. a melhor sensaçao do mundo que eu ja havia sentido. Ele me diz no meu ouvido
-adorei esse seu cuzinho, nunca pensei que comer um cuzinho de um viadinho como voce fosse tao bom.
Dei um sorrizinho safado e disse que ele nao sabia o que tava perdendo. Me levantei da cama e aquela porra comco a escorre pela perna e entrei no banheiro pra toma uma ducha e ele veio junto, me pego pelas costas, me deu uma passada de lingua no pescoço(ai nao resisti e dei denovo), coloquei uma perna em cima do vaso e me meteu novamente, me encostei na peitoral maravilhoso e disse pra nao tirar o pau de dentro de mim pq eu queria gozar com aquele cacete dentro de mim, nunca tinha gozado tanto como naquele dia, terminei de me limpar me arrumei e fui pegar minha égua pra ir embora, ele veio atras e me disse.
-quando quiser uma cacete gostoso nessa bunda volta ae.
Dei um sorriso e disse que Claro que vo voltar, fui pra dar um beijo de despedida e ele saiu fora, disse
- beijo nao rola.
Nao tem problema respondi.
Tive mais dois encontros com ele que conto outra hora, mas depois de um tempo ele vendeu seus cavalos e se mudou pra capital pra trabalhar com o pai dele e perdi o contato, mas nunca vou esquecer aquele DEUS GREGO.

You Know I'll Make You Wanna Scream.


Em uma bela segunda feira, onde por um milagre do universo nossos sonos nos abandonam no cedo da manhã, acordamos com toda disposição do mundo, e a memória da noite anterior ainda em mente, gera aquele clima de provocaçõezinhas do mais inocente nível... Seja por meio de olhares, beijos, sussurros, de forma bem light. Decidimos ir ao mercado comprar algo pra lanchar, mas o belo clima provocador perdura por todo caminho, até que, na volta, o que era apenas clima, começa a se tornar realidade...
Ao abrir a porta desesperadamente e jogar as coisas de qualquer jeito no chão, O garoto volta e repara que a menina continua ali, junto ao portão com aqueles velhos olhões e pergunta: "ei, não vai entrar?" ela faz q não com a cabeça, o q o faz chegar perto dela e com o maior desejo dizer: "eu não to brincando garota, hoje você vai ser minha como nunca foi antes" pega-a no colo e arrasta pra dentro de casa. Quando os dois já estão lá dentro, ele vira a garota contra a porta já trancada e dai o jogo começa, pra valer...
Com todas as lembranças de tudo que tinha acontecido nas semanas anteriores, agora era a hora certa de exorcizar toda essa vontade acumulada. O menino, de forma bem agressiva, põe a mão na nuca daquela guria que expressava certo temor no seu olhar, sobe um pouco até segurar bem firme o cabelo da pobre moça e sussurra de uma forma onde toda sua vontade é expressa junta com suas palavras: "o cenário todo está ao nosso favor. Algumas semanas de provocação e agora estamos a sós com todo esse espaço pra gente. Não tem pra onde correr. Vamos descobrir o verdadeiro significado de 'selvagem'. Eu vou te devorar". Enquanto isso, cada vez mais a menina é imprensada contra a porta e sente a mão do rapaz correndo por entre suas coxas...
Com um pouco de medo do que poderia acontecer, mas com muito desejo e lembrando de cada conversa, cada telefonema, cada apertão, beijo, abraço, puxões, cada noite virada no MSN sendo provocada por aquele menino que agora expressava no corpo e no rosto uma vontade extrema de fazer dela sua vitima, seu prato principal, sua escrava e tudo de mais dirty e hard possível. Ela simplesmente se deixa guiar pelo garoto que sobe as mãos pela coxa dela, arrancando rapidamente o pequeno vestido que ela usava... Enquanto inutilmente ela tenta se livrar dele, o garoto só aplica mais força, sem dizer uma palavra pra aquela pequena, que mal sabia no que realmente estava se metendo...
O menino passeava sua mão, imprimindo certa pressão, por todo corpo da até então pobre menina indefesa. No decorrer disso, o menino permanecia em silencio apenas aumentando o ritmo da respiração nas proximidades do ouvido dela. Quanto maior era a pressão exercida por ele no corpo da menina, mais ela era imprensada na parede e juntamente aumentava o ritmo da respiração dele. O silêncio é quebrado quando o rapaz começa a sussurrar partes aleatórias de scream no ouvido dela. Partes como "woke animals feelings in me", "Pleasure's all mine this time" e "I'll hunt again one night" são ouvidas, até que um "ta na hora de levar a sério, acabou a brincadeira, você é minha, teu corpo é todo meu" quebra a trilha sonora presente até então e é acompanhada de um puxão pela cintura, seguido de um empurrão bem agressivo, levando a menina direto pro sofá. O jogo tinha entrado no start...
Enquanto a garota tenta se ajeitar e se recompor do "choque", o garoto da forma mais selvagem possível a puxa pra cima dele e em questão de segundos tira o pequeno conjuntinho da menina e joga no chão. Puxando ela cada vez mais pra perto ele a beija, desce um pouco e lambe, morde o pequeno pescoço dela provocando arrepios e pequenos gemidos q só aumentam a vontade dos dois. Ele desce mais um pouco e começa a mordiscar e dar pequenos chupões nos seios dela, enquanto a pequena vai indo pra trás, com cada vez mais vontade... Até que ele pega com vontade e dá um dos seus famosos chupões, deixando uma marca enorme... Daí ele solta e puxa a então inclinada garota pra perto, sem tirar a mão de dentro dos cabelos dela, só pra mostrar quem manda e quem obedece...
Ainda no clima de domínio, ele olha bem profundamente nos olhos dela e desfere um tapa naquele lindo e indefeso rosto. O cenário estava claro, o menino tinha a nítida intenção de abusar da forma mais selvagem, hard & dirty daquela menina. Apesar disso, uma expressão séria e quase neutra figurava na face do rapaz, que apenas olhava intensamente no olho dela. Pegando no cabelo como uma coleira, o garoto conduz a menina até o chão e pronuncia uma única palavra: "Ajoelha". Ele segura a mão dela e passeia pela coxa, em direção ao membro dele. Ela começava a se dar conta que ia ser tratada, na melhor das intenções, como uma escrava sexual...
Com a maior sede e vontade, a garota vagarosamente vai colocando tudo na boca, enquanto é guiada pelos cabelos pelo garoto que não larga seus cabelos. Aumentando o ritmo, indo de cima a baixo sem parar ela vai chupando, chupando, intercalando com beijos e lambidas ao longo dele todo... Mesmo de joelhos ela podia levantar o olhar e ver o rapaz virando o rosto, fechando os olhos, puxando o cabelo dela com cada vez mais força e intensidade, o que só fazia ela desejar mais ainda seu tão prezado leitinho... Mas ainda havia muito pra acontecer antes disso, e ela sabia. De repente ele solta o cabelo dela e rapidamente a pequena leva a mão pra perto da boca e começa a lamber bem de leve, dando mordidinhas com os lábios enquanto vai pra cima e pra baixo com a mão, aumentando a velocidade aos poucos. Quando vendo o garoto quase chegando ao êxtase da uma risadinha... O garoto pega-a novamente pelos cabelos e diz "quer rir ? vamos fazer rir então"
Pegando-a da forma mais violenta vista até então, a moça é levantada pelo rapaz enquanto ele puxa os seus cabelos, e é jogada com força contra o sofá. Sem dar tempo pra nenhuma reação, ele pega as suas costas, a segura pelo pescoço e diz num tom bem agressivo "você não ta aqui pra brincar, você ta aqui apenas pra me servir. É por isso que agora eu vou abusar de cada mínima parte do seu corpo. Você é minha escrava, só isso. Você é tarada e pervertida. Você é minha puta escrava". As suas palavras vêm seguidas de dois tapas realmente fortes na bunda daquela guria. Após isso, mais uma vez aparecem os sussurros no ouvido da menina; dessa vez o que ela ouve é "Ser provocada ao extremo vai ser seu castigo..."
Apesar de não dizer uma palavra a garota fica lá deitada, parada, pensando que enquanto levava na brincadeira a coisa era realmente muito séria. Ela não teria direito a nada a não ser fazer tudo que seu dono quisesse, enquanto ele tirava a cueca, sua ultima peça de roupa e ia pra cima da garota. Mas não para pegá-la de jeito de vez, meter nela até que ela implorasse por clemência. Mas para provocá-la extremamente. Ele passava aos poucos nela todinha, provocando suspiros e gemidos mais altos, enquanto ela só conseguia balbuciar "mete, mete, mete, vai..." o rapaz se deliciava olhando a guria se contorcer e implorar, o que fazia ele aumentar cada vez mais a velocidade, aumentando juntamente a intensidade e volume dos gemidos. Mas não se importavam que alguém ouvisse, a única coisa importante pra ele naquele momento era maltratá-la ao máximo. Ainda totalmente dominante sobre a menina ele colocava só a cabecinha, fazendo-a inclinar o corpo, mas com as mãos no quadril dela, ele a mantinha bem presa ao sofá, enquanto ela implorava com os olhos e com a boca por tudo, tudo dentro dela...
Ao ver a reação dela, o menino esboça sua primeira expressão: um leve sorriso. Embora estivesse com uma enorme vontade de atacar, meter e realmente devorar aquela menina, o prêmio de ver ela se contorcendo e implorando pra ser comida dava a força pro autocontrole imperar. A partir disso, ele resolve aumentar o nível de provocação. Ainda com a mão no cabelo, que a essa altura tinha virada uma forma de domínio e condução para ele, ele a coloca sentada no sofá, de pernas abertas, enquanto se posiciona no meio e se ajoelha. Ao que parecia ele se preparava pra fazer oral nela, mas tudo não passava de mais uma arma de provocação. Ele percorria a língua por toda região ao redor, passando por barriga, parte interior da coxa e intercalando os lados. O único contato que ele realmente tinha era o dedo, que se posicionava na entrada, mas apenas fazendo uma leve pressão. Até que ele levanta o rosto, olha pra ela e diz: "Acho que já brinquei o suficiente contigo. Agora vamos tornar isso realmente selvagem..".
Ainda ajoelhado, ele segura as coxas da pequena guria e com toda força, de uma vez só, traz ela pra cima de si, no chão. Com uma mão no cabelo dela, os momentos em que ele apenas segurava e conduzia, se transformaram em puxões realmente hards, que combinam perfeitamente com a seqüencias de tapas na bunda da amável menina, que tinham uma força que até então não havia aparecido em suas relações anteriores..
Enquanto a menina pedia por mais tapas cada vez mais fortes e começava a soltar pequenos gritinhos... Ele mandava: "levanta, vai" e ela prontamente obedecia. Ao voltar pra cima dele, sabia que seria pra ter sua então tão desejada recompensa. Sim, ele meteria tudo nela... Mas não de um jeito habitual... Ela se preparava pra aos poucos ficar subindo e descendo nele, mas é surpreendida por um puxão pelo quadril, de uma vez só, de uma forma hard e com muuuita força. Ela sentia medo, mas adorava ser tratada daquela forma. Ela gemia, gritava, rebolava, implorava por mais, enquanto de cima observava seu então "dono" morder os lábios e fechar os olhos. Sem deixá-la controlar por nem um segundo ele determinava o ritmo rápido, fundo e dirty daquela pegada... Passando a mão pelo corpo dela, sentindo-a completamente arrepiada e com muita vontade, ele rapidamente levanta os olhos e a vê olhando pra ele com cara de satisfação, cara de quem acha que manda... Daí não presta...
O olhar de prazer e satisfação da menina ia contra toda a vontade do rapaz. Não era pra ser uma relação mútua, o que ele buscava era maltratá-la, era ter ela apenas como seu brinquedo, ou melhor, como sua escrava. Todo esse sentimento fica claro quando ao ver aquela expressão de satisfação, ele prontamente a tira de cima, jogando-a pro lado, se levanta e num tom de ordem profere: “fica de quatro agora, minha puta”, enquanto ele a colocava nessa posição puxando-a pelos cabelos. Após isso, o garoto apenas visualizava e batia com seu pau, com certa força, naquele rostinho inocente. Dava pra ver claramente o olhar e o modo de superioridade e dominação com o qual ele a abordava. Não tinha mais escolhas e saídas, agora o prazer era somente dele e ela ia pagar caro por aquele momento de satisfação...
Enquanto ele bate com força nela, a garota tenta abocanhar a qualquer custo o garoto. Nessa brincadeirinha ela percebe que aquele dia definitivamente não seria dela. A garota se conforma e espera por novas ordens. Até que um inesperado "hey, Põe a roupa aí." seguida do menino levantando e indo para o outro sofá a deixa completamente desnorteada. Apesar disso ela simplesmente obedece a ordem, se levanta e segue pra cozinha, onde passando pela copa deixa as coisas até então jogadas no chão sobre a mesa e vai pegar água na geladeira. Sorrateiramente o garoto chega por trás dela e bate a porta da geladeira, perguntando a ela o que ela havia perdido. De repente ele agarra a guria levantando-a e forçando-a a prender as pernas em volta dele, enquanto vai até a parede mais próxima e começa a imprensá-la com toda a força e desejo, enquanto beijos no pescoço e na boca vão ficando mais hard, com direito a tapinhas no rosto e pequenos gemidos da menina, que novamente sentia-se pegando fogo...
O garoto mais uma vez percebe a sensação de prazer e satisfação da menina, mas dessa vez ele ignora. No momento a única vontade dele é a de pegar da forma mais selvagem aquela pura garota. Ainda naquela posição, acompanhada dos beijos e tapas, sente-se agora a mão daquele rapaz passeando e apertando cada parte do corpo da menina. Coxas, seios, bunda... Cada parte do corpo dela é visitada e sentida, através de apertões, pelas mãos do seu dono. O clima só esquentava e a vontade de continuar abusando dela só aumentava... Ainda apoiada nele, eles saem da cozinha e vão em direção à copa. Por um instante o menino a põe no chão e desarruma aquela mesa, jogando para longe tudo que estava em cima. Sem demorar muito, ele a pega novamente e a coloca deitada naquele lugar. É, haviam encontrado mais um local para praticar sua selvageria...
Arrancando rapidamente as roupas dela e dele, o garoto de pé ia pra cima dela, beijando o corpo todo, com pequenas lambidas em algumas partes que faziam a menina delirar de vontade e prazer. Enquanto ela se contorcia e gemia, ele segura as mãos dela bem firme. Quando enfim ele chega ao rosto dela solta as mãos e se afasta, fitando-a bem profundamente. E do nada, mais um tapa naquele lindo rostinho. Ele segura bem firme o rosto dela nas mãos, se reaproxima e sussurra "você quer o que minha safada, tarada, ninfo, puta, meu objeto, minha escrava? ahh é, você não manda em nada hoje." Enquanto finge que vai meter nela, mas ele apenas faz um pouco de pressão na entrada, enquanto a guria tenta puxá-lo para si com as pernas, cheia de vontade, novamente.
Após essa tentativa em vão, o garoto olha fixamente para o olhar dela e abre um discreto sorriso com um ar de deboche. Ele realmente não ia ceder às vontades dela. A menina ainda teria que ser muito submissa e realmente provar que quer e merece ter tudo penetrando em si. E essas provas começariam agora. Encarando ela, ele põe cada qual em seu lugar, ao começar a dizer: "Não pense que vai ser fácil assim. Vai ter que provar que merece muito ser penetrada por mim. Eu quero você me excitando ao máximo e obedecendo a tudo que eu mandar. É pra isso que você ta aqui, é pra isso que você é minha puta". Após esse breve sermão, a próxima ordem é dada: "Eu quero você como minha cadela, e é por isso que você vai andar como tal. Se quer mesmo ser comida, prova. Eu quero você subindo essa escada, de quatro. Chegando lá em cima, eu vou estar te esperando. Me prova o quanto você merece. Faz o que quiser, mas me excita o máximo que você puder". Após essas palavras, o menino sobe às escadas e vai em direção ao quarto, esperando ansiosamente à chegada da sua puta...
Apesar de relutar um pouco contra a idéia no começo, a garota obedece e sobe, do jeito que o menino mandou. Quando enfim ela chega a porta do quarto dele o encontra totalmente excitado e com o olhar ansioso. Ela levanta e ele a olha de cima a baixo, se aproxima e a puxa pra ele "boa menina, finalmente começa a merecer alguma coisa" ela o escuta sussurrar, enquanto fecha os olhos e se aproxima ainda mais dele, que de repente põe a mão novamente nos cabelos dela e a puxa em direção ao quarto, com muita força e sem esboçar expressão alguma. Chegando lá, novamente ele a imprensa contra uma parede, enquanto morde seu pescoço e sussurra coisas dirtys no ouvido dela...
A cena era basicamente de um predador atacando a sua presa. Naquele momento ela estava realmente sendo devorada. Junto com as mordidas, intercalavam-se puxões, chupões, beijos, numa velocidade e intensidade que representavam claramente o nível de vontade que eles passaram por um tempo. Além disso, a incessante mão do rapaz passeava por aquele frágil corpo, por ora fixando na perna, onde ele apertava com muito tesão as coxas daquela indefesa menina, e por ora passeava pelo quadril, onde o carinhoso ato de alisar se contrastava com os tapas, sempre de forma violenta. O significado de 'selvagem' começava a ser conhecido por eles. Sim, apenas começava. O desenvolver se daria no próximo passo, quando do nada, a menina é arremessada em direção ao puff, e numa atitude que lembrava a relação citada acima, agora sim o menino iria atacar e devorar a sua presa...
Sentada no puff, a garota que já não tentava mais nenhuma gracinha via o garoto chegando perto e perto, já deitando ela é interrompida por uma mão dentro do cabelo que a levanta e diz "ei, onde você pensa que vai? você vai me excitar ao máximo, lembra? lambe aqui sua puta". Totalmente a mercê das vontades mais safadas dele, ela simplesmente é guiada pelos cabelos, enquanto segura e aperta as coxas dele, que davam leve tremidinhas, conforme ela o chupava com uma lascívia, vontade e sofreguidão jamais vista. Ela morde, lambe a cabeça, o comprimento, chupa muito hard, suga e passa uma das mãos pra cima e pra baixo, enquanto olha com o olhar mais inocente possível pro rosto dele, que ao fita-la lhe da outro tapa com muita força e a puxa de volta pelos cabelos. Ate que novamente quase no êxtase ele a puxa violentamente dali e lhe deixa estirada no puff, com as pernas abertas, mordendo os lábios e pedindo por mais.
O cenário estava perfeito. Ela realmente tinha excitado ele ao máximo, e também já aparentava estar totalmente entregue e no auge da excitação. Não tinha por que pensar duas vezes, e ele não o fez. Ao ver aquela linda imagem, o rapaz parte pra cima com tal voracidade, que o faz penetrar tudo dentro daquela menina, de uma vez, sem ter pena nenhuma. A mão no cabelo - que apresentava muita força - dava a base e o domínio necessário para a penetração da forma que ele queria. Sem pena, bem forte, bem rápido e bem fundo. Era essa a real vontade dele desde o início, ver a menina que aparentava toda sua inocência, sendo devorada e implorando por isso. Ao meter muito hard nela, seus gemidos se confundiam. Ambos reproduziam gemidos bem de leves, que só estimulavam seus graus de excitação. Eles tinham começado. Só não se sabe quando vão parar...
O ritmo era realmente intenso, claramente eles estavam em seu ápice. A penetração era conjunta com tapas, tanto no rosto quanto na altura do quadril, puxões no cabelo que demonstravam toda a vontade e um sentimento de selvageria, além das palavras e expressões mais dirtys proferidas pelo menino. Frases como: “Quica pra mim agora”, “Minha puta”, “Vai, me mostra o quão safada e ninfo você consegue ser”, só aumentavam toda aquela atmosfera pervertida que eles possuíam. Porém, inexplicavelmente o rapaz pára aquele ritmo incessante, levanta, pega ela pelos cabelos, e a joga em direção a cama. O jogo mais uma vez ia recomeçar...
Ela para e se ajeita na cama, enquanto ele vem e se ajoelha na altura do rosto dela, passeando com seu pau por todo o corpo dela... Passando por rosto, lábios, seios, barriga... Até enfim voltar a passar muito de leve só fingindo que vai meter. A garota que tentava se controlar era tomada por um tesão enorme e ficava lá se contorcendo e rebolando, enquanto via o garoto rir de sua vontade, seu desejo. Ele sai de cima e deita do lado dela, enquanto sussurra "eu não vou ter trabalho algum aqui, você sabe o que tem que fazer." A garota sem pensar duas vezes sobe em cima dele e começa a quicar muito, muito, enquanto geme, grita, e é puxada por ele pelos quadris, tomando tapas e dando pequenas mordidas e chupões naquele pescoço que ela tanto amava. Ela sai de perto do rosto dele e fica totalmente sentada em cima dele, enquanto fecha os olhos e só consegue pensar no quão prazerosa é aquela sensação. A luz do fim da manhã entra intensamente pela janela do quarto e permite que o garoto veja tudo.
Aquela garota que até pouco tempo atrás parecia inalcançável estava quicando com muito desejo em cima dele, sendo chamada das coisas mais dirtys e adorando. De repente ela para e é prontamente puxada pelo cabelo do garoto que diz "o q voce acha que tá fazendo?" e lhe da mais um tapa. Ela simplesmente se vira e continua a quicar pra ele, que se apoia sobre as mãos e fica elevado, com uma mão no cabelo dela e a boca grudada na nuca. Ele puxa o cabelo dela enquanto lambe e morde a nuca, o que o deixa observar as costas dela completamente arrepiada. Enquanto ela só consegue gemer e balbuciar coisas incompreensíveis, ele diz o quão lindo é vê-la de costas enquanto ela quica só pro prazer dele. A chama de puta, ninfo, vadia. "minha vadia". Ela sai de cima pra então ser dominada novamente por ele.
Mais uma vez o espírito dominador aparece, e outra ordem é proferida. “Fica de quatro, agora” é a frase dita pelo menino, sendo prontamente atendida pela guria, que realmente já estava mais que entregue ao rapaz. Olhando ela naquela posição, ele admirava a vista enquanto passava a mão alisando coxas, bunda e passando bem de leve por toda vagina.. Era o momento ideal para mais uma vez provocar a indefesa moça. Passando a língua em todos os lugares alisados até então pela mão, ele começa um breve oral. A ponta da sua língua passeava no sentido vertical por toda vagina, fazendo uma pequena pressão na região do clitóris. Depois de esse movimento ser repetido algumas vezes bem de leve, o ritmo aumentava, gerando gemidos cada vez mais intensos da menina. Tais gemidos só serviam pro menino brincar cada vez mais com seu objeto. Agora fixando no clitóris, a língua com uma pressão e velocidade bem maior que a ocorrida no início, percorria todos os sentidos, pra cima, baixo, um lado, outro, movimento circular... Depois de tanto brincar, era hora de voltar a levar a sério, o menino levanta-se e se prepara para voltar a devorar a pobre guria...
Naquele estilo agressivo já conhecido, ao levantar-se, o rapaz prontamente segura os cabelos da moça. A cena lembrava muito a de um animal sendo domado. Enquanto a menina permanecia de 4, o rapaz, logo atrás, brincava de puxar o cabelo da pequena guria indefesa, controlando todos os movimentos que ela fazia com a cabeça. Ele estava se deliciando naquele momento. Ao ter ela totalmente dominada, era a hora de torturar mais um pouco antes de dar tudo o que ela queria. O rapaz brincava de simular a penetração ao meter apenas a cabecinha e tirar inúmeras vezes, para a agonia da moça. A tortura não parava por aí, a posição era perfeita para ele estimular ela com seu próprio pau, e ele não perdeu tempo pra isso. Ao fazer exatamente o que ele tinha feito momentos antes com a língua, a garota agora se contorcia ao sentir o pau do seu dono brincando no seu clitóris, e a única coisa que ela podia fazer era gemer e gritar. E como fazia. O rapaz tava amando tudo aquilo, mas realmente tava na hora de meter tudo e acabar logo essa história com o seu objeto...
A garota mal podia permanecer naquela posição, suas pernas e braços tremiam de tanto tesão... Quando de repente ele para, ela se desespera, tenta olhar pra trás, mas é puxada pelos cabelos para que não pudesse ver nada. O garoto se apóia levemente sobre as costas dela, chega bem perto do ouvido e fala num tom de superioridade que ela ama: "Agüenta mais um pouco, se você quer tanto, vai fazer tudo que eu quero, não é?". Ela faz um sinal de positivo com a cabeça e leva um tapinha bem de leve. De repente ela sente o garoto dando tapinhas em sua bunda e chegando cada vez mais perto, a guria se assusta e tenta recuar, sendo puxada de volta pelos cabelos. Sem pressa alguma o garoto brinca e brinca fingindo que vai meter de vez nela... Cada vez que ele se aproxima ela solta gritinhos e gemidos altos, que o fazem parar de brincar e começar a realmente meter nela de um jeito que ele queria há muito tempo. Ele começa a comer ela sem dó alguma, sem se importar com os gritos e com os pedidos pra que ele parasse. Tudo que importava era o prazer dele...
O egoísmo dele naquele instante era nítido. Os tapas, assim como os puxões e própria penetração, vinham em uma força enorme, e ele realmente não se importava com o que ela tava sentindo. Naquele momento, ela nada mais era que um simples objeto de excitação sexual, e mesmo proferindo gritos pedindo exaustivamente para o rapaz parar, lá no fundo ela estava amando isso. Ela realmente amava ser tratada assim. A penetração continuava em ritmo incessante. Cada minuto de provocação das semanas anteriores tava sendo completamente descontada naquele momento. Os tapas já deixavam marcas e o rapaz não agüentava mais de tanto tesão, mas mesmo assim, ainda conseguiu fôlego para mais uma ordem. “Rebola no meu pau agora, minha puta!”. A sensação de estar tudo dentro dela, enquanto a guria rebolava só pra ele, era impagável e ele precisava disso antes de terminar. Ordem cumprida, ele sai de trás dela, senta na cama, manda ela vir andando de 4 em sua direção, a prende no meio dos seus joelhos enquanto ela se ajoelha, e diz: “Você foi muito bem o dia inteiro, agora é a hora de terminar o serviço. Você vai me fazer gozar, seja me tocando, me chupando, mas você vai. E quando chegar agora, eu quero você direcionando onde quer receber todo meu leitinho. Agora meu pau é seu, termina com isso”. Até que enfim ela iria receber seu tão esperado prêmio...
Ela que até minutos atrás mal conseguia se manter de quatro, lutava, tirava forças de dentro de si pra olhá-lo pela ultima vez com um ar de "você pode até se aproveitar de mim, mas quem leva o prêmio sou eu." Mas não ousou dizer uma palavra. Simplesmente pegou a mão dele e colocou dentro do cabelo enquanto chupava e lambia o pau dele, que já não podia mais latejar de tanto tesão. Ele soltava pequenos gemidos, mordia os lábios e empurrava a cabeça dela contra com toda a força, mandando ela chupar e agüentar tudo, já que tinha provocado tanto ao longo de todas aquelas semanas. Ela se deliciava brincando com a língua que estalava, pegava na base com muita vontade e o tocava muito, pra enfim receber seu premio. Enquanto ela brincava de uma forma deliciosa passando a língua bem de leve na cabecinha ela ouve um "vai, vai, vou gozar". Ela levanta os olhos e coloca tudo na boca de uma vez só. Até sentir aquele pulso firme, grosso, aquele jato quente invadindo a boca e os sentidos dela, enquanto ele se contorcia e implorava pra ela tirar a boca... Até ter certeza que não tinha mais uma gota, ela não tirou a boca dali. Quando ele enfim parou de pulsar, ela saiu com a cara mais deslavada do mundo, sorriu e simplesmente sussurrou no ouvido dele: "gostou do que a sua putinha fez?", colocando a roupa em seguida e saindo porta a fora, deixando o garoto exausto na cama.
E todas as provocações mutuamente feitas em semanas anteriores foram resolvidas naquele momento. Aquele dia foi considerado o mais hard até então, embora muita coisa ainda esteja por vir. E apesar de todo clima, eles eram conhecidos por ser um dos casais mais amáveis. Afinal, pra eles, isso que é amor...

Reencontro com o primo gostoso 2


Depois que Pedrinho foi embora, fiquei imaginando como seria ter aquele pênis gostoso dentro do meu cuzinho, confesso que só dei uma única vez e gostei, mas eu queria que ele me fodesse, queria que meu primo me esfolasse, meu desejo era ser a putinha dele, que de mim, ele podia fazer o que bem entendesse.
Passada uma semana, na outra é o casamento de Pedrinho, e de repente minha Tia me liga, quase que em desespero:
- Oi Tia, como que a senhora está? – falei.
- Minha filha estou bem. Mas eu te liguei porque sei que você pode me ajudar, a esposa do seu Tio, não vai poder vir ao casamento do seu primo, e como eles são padrinhos, não tem como seu Tio ficar no altar sozinho, você poderia entrar com ele minha filha?
Eu pensei, e claro logo imaginei, já que eles moram longe vou ter que dois dias antes do casamento e ainda tiro uma lasquinha do meu primo. Não hesitei e respondi de imediato:
- Lógico Tia, o que eu a senhora me pede chorando e eu faço sorrindo.
- Ótimo minha querida, eu sabia que você não iria me decepcionar, na quarta-feira posso mandar o Pedro ir te buscar?
- Claro Tia, quando quiser. Beijos. - Mal sabia ela que a minha intenção era ser fodida pelo próprio noivo rsrsr.
Chegando a quarta-feira seis horas da manhã eu ainda dormindo, só senti um beijo bem molhado no meu pescoço, Pedrinho teria chegado para me levar pra sua casa. Logo imaginei coisas, mas ele me falou que teríamos que ir depressa porque ele ainda iria trabalhar a tarde, eram cinco horas de estrada pela frente! Porém nada em relação a sexo durante a viagem aconteceu, apenas conversamos muito, ele me falando o quanto amava a sua noiva, que estava ansioso para dar esse passo importante na vida dele, enfim, nada de sexo mesmo!
Chegamos em casa fui recebida com abraços por mina Tia, me agradecendo por ter ido, que não sabe como retribuir esse favor, e quase que eu dizia pra ela: Ah, Tia nem precisa me agradecer, se o Pedrinho me foder como eu estou querendo, já é de grande satisfação. Rsrsr mas claro que eu não disse nada e apenas sorri. A noite nos ajeitamos e cada um pra seu quarto indo dormir, e eu só na vontade, confesso tomei banho me tocando e imaginando aquele pênis em mim, me consumindo toda, mas pelo que ele me disse, eu percebi que era apenas um desejo e que ele não iria satisfaze-lo.
Pela manhã cedo, minha Tia me acorda me chamando para ir ao Shopping e ao supermercado com ela, eu estava com muita preguiça e cansada da viagem e falei que não queria ir, que ficaria em casa mesmo dormindo mais um pouco. Então ela se despediu e foi sozinha mesmo. Alguns minutos depois decidi me levantar tomei banho, coloquei meu vestidinho de malha bem leve, e uma calcinha de renda bem pequena e fui tomar café, passando em frente a porta do quarto de Pedrinho ela estava semiaberta, como ele trabalhava a tarde ainda estava dormindo ainda, mas não pude deixar de espiar e entrei bem devagarzinho no quarto dele, e para minha surpresa ele dormia nu, do jeitinho que veio ao mundo, quando eu vi aquele homem maravilhoso nu na minha frente, me molhei toda, e não tive dúvidas, me deitei ao lado dele na cama e comecei a beijar o corpo dele com carinho e delicadeza para que ele não acordasse assustado, desci a língua pela barriga dele, chegando naquele pênis fenomenal, meu desejo e sonho de consumo, e passei a língua bem de leve na cabeça do pênis dele que ainda adormecia, mas foi como se tivesse dado um choque nele, e ele abriu os olhos e o pênis se levantou junto. Ele sem falar nada me puxou para cima dele e começou a se esfregar em mim, e disse vem cá comigo. Saímos em direção ao banheiro e começamos um oral bem gostoso ali mesmo, ele me fez gozar na boca dele, e eu falei:
- Agora é minha vez, e também o abocanhei e disse me deixa sentir esse leitinho gostoso de novo deixa?
Para minha surpresa ele falou: - Não, hoje você vai sentir ele em outro lugar, me dá esse cuzinho gostoso dá?
Foram as palavrinhas mágicas para mim, e eu respondi pra ele: - Sou toda sua meu gostoso, faz de mim o que você quiser. Ele me levou de volta pra cama, me colocou de quatro e começou a me lamber todinha por trás, subia da buceta até o cuzinho, ele colocou um dedo, dois para que fosse me acostumando enquanto ele estava com os dedos no meu cu, seu pênis estava na minha buceta e nós dois gemíamos demais de tanto tesão. Foi quando ele começou a colocar seu mastro no meu cuzinho com muita calma, com a mão tocava meu grelo que estava latejando e nesse movimento calmo, me fez gozar de novo, foi quando eu olhei para trás e disse a ele:
-Vai meu gostoso, fode sua prima que está doida para sentir essa vara dentro dela.
Não deu outra ele meteu com força, enfiando aquele pau maravilhoso, arrancando um grito de mim, acho que o prédio inteiro ouviu rsrs, ele permaneceu em estocadas fortes e rápidas e me falava palavras obscenas tipo:
- Toma sua vadia, era isso que você queria, sua puta safada, toma agora essa vara no seu cú, vou te mostrar como se come um cu de verdade, toma sua cachorra. Gente, como aquelas palavras me excitavam, eu comecei a sentir que ia gozar de novo, e ele gritou:
- Toma essa porra no cu, toma sua safada, ahhhhhhhh.
E ele encheu meu cuzinho da porra dele me fazendo gozar mais uma vez. Nos deitamos um ao lado do outro, nos beijamos muito, agarramos no sono de novo. De repente nosso sono é interrompido pelo toque do interfone. Era o porteiro avisando que a noiva do Pedrinho estava lá em baixo e se ela podia subir. Obviamente que nos arrumamos, sentamos no sofá e ficamos esperando ela subir, como se nada tivesse acontecido. Quando ela entrou no apartamento, ele a abraçou deu um beijo bem demorado nela e falou para ela eu te amo, minha princesa, estávamos agora mesmo falando em você, e o quanto estava com saudade. Como ele era sínico tinha acabado de foder comigo, e ainda falou para ela que estava com saudade, quando na verdade, há minutos atrás parecia que nada nesse mundo existia apenas nosso desejo sexual um pelo outro.
Bom gente, essa foi a segunda parte da história, obrigada pelos comentários, me perdoem os erros, e pela extensão do conto, eu precisava contar os detalhes, senão vocês não entenderiam.
Quem quiser me adicionar no msn, para trocarmos uma ideia legal, está aí: kekinha_vf@live.com
Comentem por favor, vossos comentários, são importantes para 
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