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Sexo §

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

You Know I'll Make You Wanna Scream.


Em uma bela segunda feira, onde por um milagre do universo nossos sonos nos abandonam no cedo da manhã, acordamos com toda disposição do mundo, e a memória da noite anterior ainda em mente, gera aquele clima de provocaçõezinhas do mais inocente nível... Seja por meio de olhares, beijos, sussurros, de forma bem light. Decidimos ir ao mercado comprar algo pra lanchar, mas o belo clima provocador perdura por todo caminho, até que, na volta, o que era apenas clima, começa a se tornar realidade...
Ao abrir a porta desesperadamente e jogar as coisas de qualquer jeito no chão, O garoto volta e repara que a menina continua ali, junto ao portão com aqueles velhos olhões e pergunta: "ei, não vai entrar?" ela faz q não com a cabeça, o q o faz chegar perto dela e com o maior desejo dizer: "eu não to brincando garota, hoje você vai ser minha como nunca foi antes" pega-a no colo e arrasta pra dentro de casa. Quando os dois já estão lá dentro, ele vira a garota contra a porta já trancada e dai o jogo começa, pra valer...
Com todas as lembranças de tudo que tinha acontecido nas semanas anteriores, agora era a hora certa de exorcizar toda essa vontade acumulada. O menino, de forma bem agressiva, põe a mão na nuca daquela guria que expressava certo temor no seu olhar, sobe um pouco até segurar bem firme o cabelo da pobre moça e sussurra de uma forma onde toda sua vontade é expressa junta com suas palavras: "o cenário todo está ao nosso favor. Algumas semanas de provocação e agora estamos a sós com todo esse espaço pra gente. Não tem pra onde correr. Vamos descobrir o verdadeiro significado de 'selvagem'. Eu vou te devorar". Enquanto isso, cada vez mais a menina é imprensada contra a porta e sente a mão do rapaz correndo por entre suas coxas...
Com um pouco de medo do que poderia acontecer, mas com muito desejo e lembrando de cada conversa, cada telefonema, cada apertão, beijo, abraço, puxões, cada noite virada no MSN sendo provocada por aquele menino que agora expressava no corpo e no rosto uma vontade extrema de fazer dela sua vitima, seu prato principal, sua escrava e tudo de mais dirty e hard possível. Ela simplesmente se deixa guiar pelo garoto que sobe as mãos pela coxa dela, arrancando rapidamente o pequeno vestido que ela usava... Enquanto inutilmente ela tenta se livrar dele, o garoto só aplica mais força, sem dizer uma palavra pra aquela pequena, que mal sabia no que realmente estava se metendo...
O menino passeava sua mão, imprimindo certa pressão, por todo corpo da até então pobre menina indefesa. No decorrer disso, o menino permanecia em silencio apenas aumentando o ritmo da respiração nas proximidades do ouvido dela. Quanto maior era a pressão exercida por ele no corpo da menina, mais ela era imprensada na parede e juntamente aumentava o ritmo da respiração dele. O silêncio é quebrado quando o rapaz começa a sussurrar partes aleatórias de scream no ouvido dela. Partes como "woke animals feelings in me", "Pleasure's all mine this time" e "I'll hunt again one night" são ouvidas, até que um "ta na hora de levar a sério, acabou a brincadeira, você é minha, teu corpo é todo meu" quebra a trilha sonora presente até então e é acompanhada de um puxão pela cintura, seguido de um empurrão bem agressivo, levando a menina direto pro sofá. O jogo tinha entrado no start...
Enquanto a garota tenta se ajeitar e se recompor do "choque", o garoto da forma mais selvagem possível a puxa pra cima dele e em questão de segundos tira o pequeno conjuntinho da menina e joga no chão. Puxando ela cada vez mais pra perto ele a beija, desce um pouco e lambe, morde o pequeno pescoço dela provocando arrepios e pequenos gemidos q só aumentam a vontade dos dois. Ele desce mais um pouco e começa a mordiscar e dar pequenos chupões nos seios dela, enquanto a pequena vai indo pra trás, com cada vez mais vontade... Até que ele pega com vontade e dá um dos seus famosos chupões, deixando uma marca enorme... Daí ele solta e puxa a então inclinada garota pra perto, sem tirar a mão de dentro dos cabelos dela, só pra mostrar quem manda e quem obedece...
Ainda no clima de domínio, ele olha bem profundamente nos olhos dela e desfere um tapa naquele lindo e indefeso rosto. O cenário estava claro, o menino tinha a nítida intenção de abusar da forma mais selvagem, hard & dirty daquela menina. Apesar disso, uma expressão séria e quase neutra figurava na face do rapaz, que apenas olhava intensamente no olho dela. Pegando no cabelo como uma coleira, o garoto conduz a menina até o chão e pronuncia uma única palavra: "Ajoelha". Ele segura a mão dela e passeia pela coxa, em direção ao membro dele. Ela começava a se dar conta que ia ser tratada, na melhor das intenções, como uma escrava sexual...
Com a maior sede e vontade, a garota vagarosamente vai colocando tudo na boca, enquanto é guiada pelos cabelos pelo garoto que não larga seus cabelos. Aumentando o ritmo, indo de cima a baixo sem parar ela vai chupando, chupando, intercalando com beijos e lambidas ao longo dele todo... Mesmo de joelhos ela podia levantar o olhar e ver o rapaz virando o rosto, fechando os olhos, puxando o cabelo dela com cada vez mais força e intensidade, o que só fazia ela desejar mais ainda seu tão prezado leitinho... Mas ainda havia muito pra acontecer antes disso, e ela sabia. De repente ele solta o cabelo dela e rapidamente a pequena leva a mão pra perto da boca e começa a lamber bem de leve, dando mordidinhas com os lábios enquanto vai pra cima e pra baixo com a mão, aumentando a velocidade aos poucos. Quando vendo o garoto quase chegando ao êxtase da uma risadinha... O garoto pega-a novamente pelos cabelos e diz "quer rir ? vamos fazer rir então"
Pegando-a da forma mais violenta vista até então, a moça é levantada pelo rapaz enquanto ele puxa os seus cabelos, e é jogada com força contra o sofá. Sem dar tempo pra nenhuma reação, ele pega as suas costas, a segura pelo pescoço e diz num tom bem agressivo "você não ta aqui pra brincar, você ta aqui apenas pra me servir. É por isso que agora eu vou abusar de cada mínima parte do seu corpo. Você é minha escrava, só isso. Você é tarada e pervertida. Você é minha puta escrava". As suas palavras vêm seguidas de dois tapas realmente fortes na bunda daquela guria. Após isso, mais uma vez aparecem os sussurros no ouvido da menina; dessa vez o que ela ouve é "Ser provocada ao extremo vai ser seu castigo..."
Apesar de não dizer uma palavra a garota fica lá deitada, parada, pensando que enquanto levava na brincadeira a coisa era realmente muito séria. Ela não teria direito a nada a não ser fazer tudo que seu dono quisesse, enquanto ele tirava a cueca, sua ultima peça de roupa e ia pra cima da garota. Mas não para pegá-la de jeito de vez, meter nela até que ela implorasse por clemência. Mas para provocá-la extremamente. Ele passava aos poucos nela todinha, provocando suspiros e gemidos mais altos, enquanto ela só conseguia balbuciar "mete, mete, mete, vai..." o rapaz se deliciava olhando a guria se contorcer e implorar, o que fazia ele aumentar cada vez mais a velocidade, aumentando juntamente a intensidade e volume dos gemidos. Mas não se importavam que alguém ouvisse, a única coisa importante pra ele naquele momento era maltratá-la ao máximo. Ainda totalmente dominante sobre a menina ele colocava só a cabecinha, fazendo-a inclinar o corpo, mas com as mãos no quadril dela, ele a mantinha bem presa ao sofá, enquanto ela implorava com os olhos e com a boca por tudo, tudo dentro dela...
Ao ver a reação dela, o menino esboça sua primeira expressão: um leve sorriso. Embora estivesse com uma enorme vontade de atacar, meter e realmente devorar aquela menina, o prêmio de ver ela se contorcendo e implorando pra ser comida dava a força pro autocontrole imperar. A partir disso, ele resolve aumentar o nível de provocação. Ainda com a mão no cabelo, que a essa altura tinha virada uma forma de domínio e condução para ele, ele a coloca sentada no sofá, de pernas abertas, enquanto se posiciona no meio e se ajoelha. Ao que parecia ele se preparava pra fazer oral nela, mas tudo não passava de mais uma arma de provocação. Ele percorria a língua por toda região ao redor, passando por barriga, parte interior da coxa e intercalando os lados. O único contato que ele realmente tinha era o dedo, que se posicionava na entrada, mas apenas fazendo uma leve pressão. Até que ele levanta o rosto, olha pra ela e diz: "Acho que já brinquei o suficiente contigo. Agora vamos tornar isso realmente selvagem..".
Ainda ajoelhado, ele segura as coxas da pequena guria e com toda força, de uma vez só, traz ela pra cima de si, no chão. Com uma mão no cabelo dela, os momentos em que ele apenas segurava e conduzia, se transformaram em puxões realmente hards, que combinam perfeitamente com a seqüencias de tapas na bunda da amável menina, que tinham uma força que até então não havia aparecido em suas relações anteriores..
Enquanto a menina pedia por mais tapas cada vez mais fortes e começava a soltar pequenos gritinhos... Ele mandava: "levanta, vai" e ela prontamente obedecia. Ao voltar pra cima dele, sabia que seria pra ter sua então tão desejada recompensa. Sim, ele meteria tudo nela... Mas não de um jeito habitual... Ela se preparava pra aos poucos ficar subindo e descendo nele, mas é surpreendida por um puxão pelo quadril, de uma vez só, de uma forma hard e com muuuita força. Ela sentia medo, mas adorava ser tratada daquela forma. Ela gemia, gritava, rebolava, implorava por mais, enquanto de cima observava seu então "dono" morder os lábios e fechar os olhos. Sem deixá-la controlar por nem um segundo ele determinava o ritmo rápido, fundo e dirty daquela pegada... Passando a mão pelo corpo dela, sentindo-a completamente arrepiada e com muita vontade, ele rapidamente levanta os olhos e a vê olhando pra ele com cara de satisfação, cara de quem acha que manda... Daí não presta...
O olhar de prazer e satisfação da menina ia contra toda a vontade do rapaz. Não era pra ser uma relação mútua, o que ele buscava era maltratá-la, era ter ela apenas como seu brinquedo, ou melhor, como sua escrava. Todo esse sentimento fica claro quando ao ver aquela expressão de satisfação, ele prontamente a tira de cima, jogando-a pro lado, se levanta e num tom de ordem profere: “fica de quatro agora, minha puta”, enquanto ele a colocava nessa posição puxando-a pelos cabelos. Após isso, o garoto apenas visualizava e batia com seu pau, com certa força, naquele rostinho inocente. Dava pra ver claramente o olhar e o modo de superioridade e dominação com o qual ele a abordava. Não tinha mais escolhas e saídas, agora o prazer era somente dele e ela ia pagar caro por aquele momento de satisfação...
Enquanto ele bate com força nela, a garota tenta abocanhar a qualquer custo o garoto. Nessa brincadeirinha ela percebe que aquele dia definitivamente não seria dela. A garota se conforma e espera por novas ordens. Até que um inesperado "hey, Põe a roupa aí." seguida do menino levantando e indo para o outro sofá a deixa completamente desnorteada. Apesar disso ela simplesmente obedece a ordem, se levanta e segue pra cozinha, onde passando pela copa deixa as coisas até então jogadas no chão sobre a mesa e vai pegar água na geladeira. Sorrateiramente o garoto chega por trás dela e bate a porta da geladeira, perguntando a ela o que ela havia perdido. De repente ele agarra a guria levantando-a e forçando-a a prender as pernas em volta dele, enquanto vai até a parede mais próxima e começa a imprensá-la com toda a força e desejo, enquanto beijos no pescoço e na boca vão ficando mais hard, com direito a tapinhas no rosto e pequenos gemidos da menina, que novamente sentia-se pegando fogo...
O garoto mais uma vez percebe a sensação de prazer e satisfação da menina, mas dessa vez ele ignora. No momento a única vontade dele é a de pegar da forma mais selvagem aquela pura garota. Ainda naquela posição, acompanhada dos beijos e tapas, sente-se agora a mão daquele rapaz passeando e apertando cada parte do corpo da menina. Coxas, seios, bunda... Cada parte do corpo dela é visitada e sentida, através de apertões, pelas mãos do seu dono. O clima só esquentava e a vontade de continuar abusando dela só aumentava... Ainda apoiada nele, eles saem da cozinha e vão em direção à copa. Por um instante o menino a põe no chão e desarruma aquela mesa, jogando para longe tudo que estava em cima. Sem demorar muito, ele a pega novamente e a coloca deitada naquele lugar. É, haviam encontrado mais um local para praticar sua selvageria...
Arrancando rapidamente as roupas dela e dele, o garoto de pé ia pra cima dela, beijando o corpo todo, com pequenas lambidas em algumas partes que faziam a menina delirar de vontade e prazer. Enquanto ela se contorcia e gemia, ele segura as mãos dela bem firme. Quando enfim ele chega ao rosto dela solta as mãos e se afasta, fitando-a bem profundamente. E do nada, mais um tapa naquele lindo rostinho. Ele segura bem firme o rosto dela nas mãos, se reaproxima e sussurra "você quer o que minha safada, tarada, ninfo, puta, meu objeto, minha escrava? ahh é, você não manda em nada hoje." Enquanto finge que vai meter nela, mas ele apenas faz um pouco de pressão na entrada, enquanto a guria tenta puxá-lo para si com as pernas, cheia de vontade, novamente.
Após essa tentativa em vão, o garoto olha fixamente para o olhar dela e abre um discreto sorriso com um ar de deboche. Ele realmente não ia ceder às vontades dela. A menina ainda teria que ser muito submissa e realmente provar que quer e merece ter tudo penetrando em si. E essas provas começariam agora. Encarando ela, ele põe cada qual em seu lugar, ao começar a dizer: "Não pense que vai ser fácil assim. Vai ter que provar que merece muito ser penetrada por mim. Eu quero você me excitando ao máximo e obedecendo a tudo que eu mandar. É pra isso que você ta aqui, é pra isso que você é minha puta". Após esse breve sermão, a próxima ordem é dada: "Eu quero você como minha cadela, e é por isso que você vai andar como tal. Se quer mesmo ser comida, prova. Eu quero você subindo essa escada, de quatro. Chegando lá em cima, eu vou estar te esperando. Me prova o quanto você merece. Faz o que quiser, mas me excita o máximo que você puder". Após essas palavras, o menino sobe às escadas e vai em direção ao quarto, esperando ansiosamente à chegada da sua puta...
Apesar de relutar um pouco contra a idéia no começo, a garota obedece e sobe, do jeito que o menino mandou. Quando enfim ela chega a porta do quarto dele o encontra totalmente excitado e com o olhar ansioso. Ela levanta e ele a olha de cima a baixo, se aproxima e a puxa pra ele "boa menina, finalmente começa a merecer alguma coisa" ela o escuta sussurrar, enquanto fecha os olhos e se aproxima ainda mais dele, que de repente põe a mão novamente nos cabelos dela e a puxa em direção ao quarto, com muita força e sem esboçar expressão alguma. Chegando lá, novamente ele a imprensa contra uma parede, enquanto morde seu pescoço e sussurra coisas dirtys no ouvido dela...
A cena era basicamente de um predador atacando a sua presa. Naquele momento ela estava realmente sendo devorada. Junto com as mordidas, intercalavam-se puxões, chupões, beijos, numa velocidade e intensidade que representavam claramente o nível de vontade que eles passaram por um tempo. Além disso, a incessante mão do rapaz passeava por aquele frágil corpo, por ora fixando na perna, onde ele apertava com muito tesão as coxas daquela indefesa menina, e por ora passeava pelo quadril, onde o carinhoso ato de alisar se contrastava com os tapas, sempre de forma violenta. O significado de 'selvagem' começava a ser conhecido por eles. Sim, apenas começava. O desenvolver se daria no próximo passo, quando do nada, a menina é arremessada em direção ao puff, e numa atitude que lembrava a relação citada acima, agora sim o menino iria atacar e devorar a sua presa...
Sentada no puff, a garota que já não tentava mais nenhuma gracinha via o garoto chegando perto e perto, já deitando ela é interrompida por uma mão dentro do cabelo que a levanta e diz "ei, onde você pensa que vai? você vai me excitar ao máximo, lembra? lambe aqui sua puta". Totalmente a mercê das vontades mais safadas dele, ela simplesmente é guiada pelos cabelos, enquanto segura e aperta as coxas dele, que davam leve tremidinhas, conforme ela o chupava com uma lascívia, vontade e sofreguidão jamais vista. Ela morde, lambe a cabeça, o comprimento, chupa muito hard, suga e passa uma das mãos pra cima e pra baixo, enquanto olha com o olhar mais inocente possível pro rosto dele, que ao fita-la lhe da outro tapa com muita força e a puxa de volta pelos cabelos. Ate que novamente quase no êxtase ele a puxa violentamente dali e lhe deixa estirada no puff, com as pernas abertas, mordendo os lábios e pedindo por mais.
O cenário estava perfeito. Ela realmente tinha excitado ele ao máximo, e também já aparentava estar totalmente entregue e no auge da excitação. Não tinha por que pensar duas vezes, e ele não o fez. Ao ver aquela linda imagem, o rapaz parte pra cima com tal voracidade, que o faz penetrar tudo dentro daquela menina, de uma vez, sem ter pena nenhuma. A mão no cabelo - que apresentava muita força - dava a base e o domínio necessário para a penetração da forma que ele queria. Sem pena, bem forte, bem rápido e bem fundo. Era essa a real vontade dele desde o início, ver a menina que aparentava toda sua inocência, sendo devorada e implorando por isso. Ao meter muito hard nela, seus gemidos se confundiam. Ambos reproduziam gemidos bem de leves, que só estimulavam seus graus de excitação. Eles tinham começado. Só não se sabe quando vão parar...
O ritmo era realmente intenso, claramente eles estavam em seu ápice. A penetração era conjunta com tapas, tanto no rosto quanto na altura do quadril, puxões no cabelo que demonstravam toda a vontade e um sentimento de selvageria, além das palavras e expressões mais dirtys proferidas pelo menino. Frases como: “Quica pra mim agora”, “Minha puta”, “Vai, me mostra o quão safada e ninfo você consegue ser”, só aumentavam toda aquela atmosfera pervertida que eles possuíam. Porém, inexplicavelmente o rapaz pára aquele ritmo incessante, levanta, pega ela pelos cabelos, e a joga em direção a cama. O jogo mais uma vez ia recomeçar...
Ela para e se ajeita na cama, enquanto ele vem e se ajoelha na altura do rosto dela, passeando com seu pau por todo o corpo dela... Passando por rosto, lábios, seios, barriga... Até enfim voltar a passar muito de leve só fingindo que vai meter. A garota que tentava se controlar era tomada por um tesão enorme e ficava lá se contorcendo e rebolando, enquanto via o garoto rir de sua vontade, seu desejo. Ele sai de cima e deita do lado dela, enquanto sussurra "eu não vou ter trabalho algum aqui, você sabe o que tem que fazer." A garota sem pensar duas vezes sobe em cima dele e começa a quicar muito, muito, enquanto geme, grita, e é puxada por ele pelos quadris, tomando tapas e dando pequenas mordidas e chupões naquele pescoço que ela tanto amava. Ela sai de perto do rosto dele e fica totalmente sentada em cima dele, enquanto fecha os olhos e só consegue pensar no quão prazerosa é aquela sensação. A luz do fim da manhã entra intensamente pela janela do quarto e permite que o garoto veja tudo.
Aquela garota que até pouco tempo atrás parecia inalcançável estava quicando com muito desejo em cima dele, sendo chamada das coisas mais dirtys e adorando. De repente ela para e é prontamente puxada pelo cabelo do garoto que diz "o q voce acha que tá fazendo?" e lhe da mais um tapa. Ela simplesmente se vira e continua a quicar pra ele, que se apoia sobre as mãos e fica elevado, com uma mão no cabelo dela e a boca grudada na nuca. Ele puxa o cabelo dela enquanto lambe e morde a nuca, o que o deixa observar as costas dela completamente arrepiada. Enquanto ela só consegue gemer e balbuciar coisas incompreensíveis, ele diz o quão lindo é vê-la de costas enquanto ela quica só pro prazer dele. A chama de puta, ninfo, vadia. "minha vadia". Ela sai de cima pra então ser dominada novamente por ele.
Mais uma vez o espírito dominador aparece, e outra ordem é proferida. “Fica de quatro, agora” é a frase dita pelo menino, sendo prontamente atendida pela guria, que realmente já estava mais que entregue ao rapaz. Olhando ela naquela posição, ele admirava a vista enquanto passava a mão alisando coxas, bunda e passando bem de leve por toda vagina.. Era o momento ideal para mais uma vez provocar a indefesa moça. Passando a língua em todos os lugares alisados até então pela mão, ele começa um breve oral. A ponta da sua língua passeava no sentido vertical por toda vagina, fazendo uma pequena pressão na região do clitóris. Depois de esse movimento ser repetido algumas vezes bem de leve, o ritmo aumentava, gerando gemidos cada vez mais intensos da menina. Tais gemidos só serviam pro menino brincar cada vez mais com seu objeto. Agora fixando no clitóris, a língua com uma pressão e velocidade bem maior que a ocorrida no início, percorria todos os sentidos, pra cima, baixo, um lado, outro, movimento circular... Depois de tanto brincar, era hora de voltar a levar a sério, o menino levanta-se e se prepara para voltar a devorar a pobre guria...
Naquele estilo agressivo já conhecido, ao levantar-se, o rapaz prontamente segura os cabelos da moça. A cena lembrava muito a de um animal sendo domado. Enquanto a menina permanecia de 4, o rapaz, logo atrás, brincava de puxar o cabelo da pequena guria indefesa, controlando todos os movimentos que ela fazia com a cabeça. Ele estava se deliciando naquele momento. Ao ter ela totalmente dominada, era a hora de torturar mais um pouco antes de dar tudo o que ela queria. O rapaz brincava de simular a penetração ao meter apenas a cabecinha e tirar inúmeras vezes, para a agonia da moça. A tortura não parava por aí, a posição era perfeita para ele estimular ela com seu próprio pau, e ele não perdeu tempo pra isso. Ao fazer exatamente o que ele tinha feito momentos antes com a língua, a garota agora se contorcia ao sentir o pau do seu dono brincando no seu clitóris, e a única coisa que ela podia fazer era gemer e gritar. E como fazia. O rapaz tava amando tudo aquilo, mas realmente tava na hora de meter tudo e acabar logo essa história com o seu objeto...
A garota mal podia permanecer naquela posição, suas pernas e braços tremiam de tanto tesão... Quando de repente ele para, ela se desespera, tenta olhar pra trás, mas é puxada pelos cabelos para que não pudesse ver nada. O garoto se apóia levemente sobre as costas dela, chega bem perto do ouvido e fala num tom de superioridade que ela ama: "Agüenta mais um pouco, se você quer tanto, vai fazer tudo que eu quero, não é?". Ela faz um sinal de positivo com a cabeça e leva um tapinha bem de leve. De repente ela sente o garoto dando tapinhas em sua bunda e chegando cada vez mais perto, a guria se assusta e tenta recuar, sendo puxada de volta pelos cabelos. Sem pressa alguma o garoto brinca e brinca fingindo que vai meter de vez nela... Cada vez que ele se aproxima ela solta gritinhos e gemidos altos, que o fazem parar de brincar e começar a realmente meter nela de um jeito que ele queria há muito tempo. Ele começa a comer ela sem dó alguma, sem se importar com os gritos e com os pedidos pra que ele parasse. Tudo que importava era o prazer dele...
O egoísmo dele naquele instante era nítido. Os tapas, assim como os puxões e própria penetração, vinham em uma força enorme, e ele realmente não se importava com o que ela tava sentindo. Naquele momento, ela nada mais era que um simples objeto de excitação sexual, e mesmo proferindo gritos pedindo exaustivamente para o rapaz parar, lá no fundo ela estava amando isso. Ela realmente amava ser tratada assim. A penetração continuava em ritmo incessante. Cada minuto de provocação das semanas anteriores tava sendo completamente descontada naquele momento. Os tapas já deixavam marcas e o rapaz não agüentava mais de tanto tesão, mas mesmo assim, ainda conseguiu fôlego para mais uma ordem. “Rebola no meu pau agora, minha puta!”. A sensação de estar tudo dentro dela, enquanto a guria rebolava só pra ele, era impagável e ele precisava disso antes de terminar. Ordem cumprida, ele sai de trás dela, senta na cama, manda ela vir andando de 4 em sua direção, a prende no meio dos seus joelhos enquanto ela se ajoelha, e diz: “Você foi muito bem o dia inteiro, agora é a hora de terminar o serviço. Você vai me fazer gozar, seja me tocando, me chupando, mas você vai. E quando chegar agora, eu quero você direcionando onde quer receber todo meu leitinho. Agora meu pau é seu, termina com isso”. Até que enfim ela iria receber seu tão esperado prêmio...
Ela que até minutos atrás mal conseguia se manter de quatro, lutava, tirava forças de dentro de si pra olhá-lo pela ultima vez com um ar de "você pode até se aproveitar de mim, mas quem leva o prêmio sou eu." Mas não ousou dizer uma palavra. Simplesmente pegou a mão dele e colocou dentro do cabelo enquanto chupava e lambia o pau dele, que já não podia mais latejar de tanto tesão. Ele soltava pequenos gemidos, mordia os lábios e empurrava a cabeça dela contra com toda a força, mandando ela chupar e agüentar tudo, já que tinha provocado tanto ao longo de todas aquelas semanas. Ela se deliciava brincando com a língua que estalava, pegava na base com muita vontade e o tocava muito, pra enfim receber seu premio. Enquanto ela brincava de uma forma deliciosa passando a língua bem de leve na cabecinha ela ouve um "vai, vai, vou gozar". Ela levanta os olhos e coloca tudo na boca de uma vez só. Até sentir aquele pulso firme, grosso, aquele jato quente invadindo a boca e os sentidos dela, enquanto ele se contorcia e implorava pra ela tirar a boca... Até ter certeza que não tinha mais uma gota, ela não tirou a boca dali. Quando ele enfim parou de pulsar, ela saiu com a cara mais deslavada do mundo, sorriu e simplesmente sussurrou no ouvido dele: "gostou do que a sua putinha fez?", colocando a roupa em seguida e saindo porta a fora, deixando o garoto exausto na cama.
E todas as provocações mutuamente feitas em semanas anteriores foram resolvidas naquele momento. Aquele dia foi considerado o mais hard até então, embora muita coisa ainda esteja por vir. E apesar de todo clima, eles eram conhecidos por ser um dos casais mais amáveis. Afinal, pra eles, isso que é amor...

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